Apresenta-se neste artigo discussões de estratégias para uma simulação com elementos finitos das fundações de uma torre de telecomunicações. Tal estudo foi motivado pelo atual cenário brasileiro, em que a implantação de novas tecnologias, tais como a expansão dos serviços de telefonia celular, requer o acréscimo de antenas em torres de telecomunicações preexistentes, acarretando no aumento de cargas na fundação.
A torre em estudo está situada no município de São Paulo – SP, possui fundação do tipo tubulão com 2,3 m de diâmetro executado a céu aberto e sem base alargada. Dois casos principais são comparados, o primeiro associando um bloco de coroamento ao tubulão e o segundo sem bloco de coroamento. É demonstrado que o bloco de coroamento tem relevante influência na capacidade global da fundação, tanto lateral como vertical, sendo também incluídos no estudo detalhes da interação do bloco de coroamento com o tubulão.
→ Ler artigo na íntegra